O falecimento de Antonio Puerta marca, negativamente, o começo de temporada européia. Sofreu problemas cardíacos dentro de campo contra o Getafe, no último sábado, e veio a falecer. A morte é muito parecida e segundo alguns dos médicos e especialistas é similar aos casos de Marc-Vivien Foe, Miklos Feher e Serginho. A realidade é que Puerta foi o começo de uma geração, um marco zero do qual ele foi um dos primeiros participantes.
Notabilizou-se pela velocidade, cruzamentos precisos e por uma perna esquerda fantástica. Jogador polivalente e muito bom. Algumas deficiências existiam, mas acima de tudo ele era um símbolo. Um jogador que jogava acima de tudo para o clube, que amava a camisa que defendia e que já tinha marcado seu nome na história onde, a partir de hoje, ficará para sempre eternizado.
Puerta marcou o gol contra o Schalke 04 que levou o Sevilla a final da Copa da Uefa há duas temporadas. Aquele gol saído aos 11 minutos do primeiro tempo da prorrogação mudou o futuro dos rojiblancos, um time até então apenas mediano. Ele teve participação ativa da ascensão meteórica que o clube teve e junto com outros como Sergio Ramos, Kepa Blanco e Jesus Navas, fazia parte da geração da Andaluzia, promissora e que poderia dar algum futuro para a Seleção espanhola.
Que descanse em paz e que o Sevilla consiga se manter firme como sempre Puerta articulava suas descidas pela esquerda.
quarta-feira, 29 de agosto de 2007
A Morte de Um Jovem Símbolo
Postado por
João Lucas Garcia
às
00:02
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