Confirmou. Depois de muito jogo político, muita especulação sem nenhum fundamento e até supostas trocas de direito de embarque na comitiva que iria a Zurique na Suíça para facilitar a aprovação o mais rápido possível da CPMF, o Brasil foi confirmado como país-sede da Copa do Mundo de 2014.
A única cereza que se tem é: não será fácil. A estrutura dos estádios brasileiros é quase inexistente e coisas básicas nestes num país que deseja receber uma Copa do Mundo como salas de imprensa no estádio, estacionamentos para mais de 10000 carros em seus arredores e estrutura de transporte alternativo são mínimas.
As adequações deverão começar o mais breve possível possível já que quanto mais tempo se perder mais complicado ficará para organizar uma Copa decente.
Existirá desvio de verba pública? Existirá. Existirão pontos pouco interessantes para a população em geral? Existirá. Existirão jogadas políticas e seus derivados? Existirá. Mas não condeno nada acima citado, é quase o preço que se paga por sediar um evento de tal porte num país como o nosso, em que o lucro do milagre econômico e das exportações são muito
variáveis.
terça-feira, 30 de outubro de 2007
O Preço
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João Lucas Garcia
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sábado, 20 de outubro de 2007
God save, The English Team!

A Seleção Inglesa de futebol sempre foi a finais de competições, tem tradição, mas nunca conseguiu resultados de grande expressão. Foi campeã do mundo uma vez, com grande discussão sobre a veracidade do título já que até hoje os alemães reclamam de lances irregulares na final de 1966, e chegou as semifinais da Eurocopa duas vezes, em 1968 e 1996. Só. De resto, algumas conquistas de pequenos torneios e nada mais. O futebol inglês é hoje um dos mais fortes do mundo, se não o mais forte, mas sua Seleção carece de jogadores a altura de sua competição nacional, o que levou a uma situação em que era pouquísismo imaginável no início destas eliminatória para a Euro 2008: a eliminação da fase preliminar.
A última derrota ocorreu contra a Rússia em Moscou. O English Team vencia por 1x0 até a metade do segundo tempo quando em um pênalti - mal marcado - sobre Zyrianov, Kalinichenko empatou e o mesmo Kalinichenko virou em rebote do goleiro Robinson. O resultado negativo complicou, e muito, a Inglaterra na busca pela classificação para a competição que será disputa na Suíça/Áustria no ano que vem. Os ingleses não dependem mais só de si. Precisam vencer e torcer contra a própria Rússia. O problema está nos jogos que a seleção dirigida por Guus Hiddink enfrentará, Israel e Andorra, enquanto a Inglaterra enfrenta a líder do grupo Croácia. Com um jogo a menos as possibilidades inglesas, apesar de estar na frente na tabela, caíram bastante.
O que mais incomoda o torcedor não é só esta provável eliminação mas também a falta de talentos e jogadores que resolvam. Não surgem mais Charltons, Gascoignes e Shiltons como antigamente. A atual geração, excetuando talvez Gerrard, Lampard e Joe Cole não é das mais brilhantes e David Beckham não joga mais, impossibilitando os ingleses de um cruzamento perfeito que as vezes livrava a cara do ex-treinador Goran Eriksson.
O sueco, apesar de certos problemas com a imprensa, era muito mais constante e obtinha resultados com a Seleção, diferentemente de seu sucessor Steve McLaren. O sentimento nacionalista que envolve os ingleses é tão grande que nomearam um treinador sem grande experiência e que só porque levou um fraco Middlesbrough a final da Copa da UEFA chegou a Seleção. lá, McLaren vem se complicando cada vez mais e suas listas de convocação não são condizentes com o atual momento de certos jogadores e algumas convocações são ininteligíveis assim como a reserva de Lampard. Apesar do meio-campo do Chelsea nunca ter conseguido o mesmo desempenho que tinha no clube na Seleção, não pode-se deixar um talento como ele no banco.
Nomes como Defoe, Barry, Bentley e o homem-porcelana Michael Owen não estão jogando o suficiente para estar no english Team. O primeiro briga pela titularidade no Tottenham, o segundo está jogando num capenga time do Aston Villa, Bentley já teve momentos de bom desempenho, porém, no momento, longe de uma grande fase no Blackburn e Owen ainda vem se recuperando no Newcastle.
Nomes como Walcott, Alan Smith, Pennant foram esquecidos por McLaren que prefere privilegiar os jogadores de equipes menores preterindo a mais qualificados para o momento.
As especulações em torno do nome do novo treinador caso o English Team não se classifique para a Euro, um desastre de proporções continentais, já começaram. Big Phil - Felipão -, e o já cotadíssimo Sam Allardyce, o Big Sam, estão de prontidão, com leve vantagem para o inglês, graças a este sentimento de nacionalismo.
A torcida inglesa será para os russos e uma desclassificação a estas alturas pode prejudicar, inclusive, as pretensões inglesas para a Copa de 2010.
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domingo, 14 de outubro de 2007
Frustrante Estréia
Quem assistiu a partida entre Colômbia x Brasil neste domingo pelo começo das eliminatórias Sul-americanas para a Copa do Mundo de 2010 na África do Sul se decepcionou não só com a falta de ar ao selecionado brasileiro, mas também a falta de combatividade, ofensividade e principalmente senso de equipe. A Seleção jogou cada um por si, como se o futebol fosse um jogo de individualismo puro em que um não precisa do outro.
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sexta-feira, 12 de outubro de 2007
Preocupação
O torcedor são-paulino foi dormir surpreso na última quarta-feira dia 4. A equipe foi derrotada depois de 18 jogos. Quem pensava que esta invencibilidade toda cairia frente ao Cruzeiro ou em um clássico contra o Santos ou Palmeiras se enganou e perplexamente viu o Tricolor cair diante do Flamengo num Maracanã abarrotado como mandava o jogo. O mais surpreendente foi a atuação fraca do time de Muricy.
O abatimento não poderia ocorrer já que um clássico, mesmo sendo contra o Corinthians no estado em que se encontrava é um clássico, esperava. 14 jogos de invencibilidade. A derrota nem passava pela cabeça do mais pessimista dos são-paulinos. O Tricolor não teria Leandro e Dagoberto contra um Corinthians remendado e engessado. Bem, como futebol não é lógico, o São Paulo perdeu e novamente em um jogo que a equipe não jogou o melhor do seu futebol. Desde Março o São Paulo não perdia dois jogos seguidos.
A recuperação viria contra os colombianos do Millonarios, um time de expressão média até em seu país. A Copa Sul-Americana não é a prioridade e Muricy colocou o time reserva em campo. O Morumbi já não estava tão cheio. E novamente uma derrota, fato que não ocorria há três anos. E mais uma vez um jogo perdido jogando mal, mas desta vez com uma acentuação em relação aos outros jogos.
O elenco reduzido, o grande número de jogadores suspensos e machucados e Alex Silva na Seleção prejudicaram, mas algumas escolhas de Muricy podem ser questionadas e a maior delas é a não-titularidade de Aloísio. O atacante-pivô sempre que entrou resolveu. A insistência em Diego Tardelli além de cega é burra. O atacante só conseguiu jogar bem com Leão por seis meses, nunca mais conseguiu desempenhar bom futebol.
Os três laterais-esquerdos do São Paulo são considerados os melhores do Brasil, mas estranhamente nenhum deles vem jogando bem. Jadílson não conseguiu desempenhar o futebol do Goiás. Júnior ficou bravo com a chegada de Jadílson e depois da quase saída não fez mais nada e Jorge Wagner é irregular, mas nem de longe tem o mesmo desempenho dos tempos de Corinthians e Internacional.
Hernanes e Richarlyson são bons, mas sofrem do mesmo problema que Jorge Wagner, inconstância. A zaga é forte. O gol será uma incógnita contra o Fluminense já que Rogério Ceni machucado e Bosco suspenso dão lugar ao jovem e inexperiente Fabiano.
A partida contra o Flu pode ser essencial para definir como ficará a cabeça tricolor para o jogo contra o Cruzeiro, na outra semana. A derrota coloca uma pressão intensa neste jogo. Uma vitória tranquiliza e deixa tudo como sempre.
A sorte é a incompetência do Cruzeiro.
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O Novo Velho
Andrés Sanchez venceu Paulo Garcia e se elegeu presidente do Corinthians. Normal. Esperado até. O que não conseguirei entender serão as futuras reclamações de continuismo da turma de Dualib.
O atual presidente-tampão, que só ficará no cargo até 2008 quando uma eleição 'de verdade' ocorrerá, era um dos maiores incentivadores da MSI e da política dos galáticos. Tentava sempre mostrar sua relação de proximidade com Kia Joradbchian, Dualib e Nesi Curi.
Agora, do outro lado, diz que era o momento. O projeto criado por ele e denominado Encubadora só mostra a dependência que os clubes brasileiros tem hoje da renda proveniente das promessas de suas categorias de base.A proposta não é de toda ruim, mas precisa de ajustes.
Caso salve o Corinthians do rebaixamento, Andrés poderá se vangloriar e com toda certeza afirmará que indicou Nelsinho e alguns jogadores do clube que funcionam, como Felipe. A reeleição seria quase imediata e aí poderíamos avaliar algo.
O ex-seguidor de Alberto Dualib tem um mês para saber qual será seu futuro. O Corinthians precisa definir seu futuro.
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João Lucas Garcia
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domingo, 7 de outubro de 2007
O Vilão Virou Herói

O dia hoje foi alvinegro no Morumbi. Muitos dirão que a culpa foi do Rogério Ceni que quis bancar o herói jogando machucado e acabou prejudicando a equipe, outros vão colocar méritos merecidos sobre o goleiro corinthiano Felipe pela espetacular exibição que fez. Outros poderão achar para desculpa a derrota tricolor o fato de não contar com Dagoberto e Leandro ou mesmo até um certo salto alto por parte do São Paulo. A realidade, crua e dura para alguns, é que Betão decidiu e mostrou as caras, novamente para o torcedor, para a imprensa e para o mundo. Fez seu terceiro gol como profissional, sendo o segundo em clássicos - já tinha feito um contra o Santos na Vila Belmiro em 2005 e selou uma vitória. A vitória. Colocou em ecstasy uma nação. E chorou.
Criticado de forma abusiva, Betão não é um craque e nunca será, mas está longe de ser um péssimo zagueiro. Tenho a teoria de que se jogasse em um time mais estruturado, como o próprio São Paulo, já estaria fora do país, talvez super valorizado e ainda com vaga discutida na seleção Brasileira. Infelizmente, ou felizmente, Betão é corinthiano e nasceu do terrão de Itaquera. Cresceu no Parque São Jorge e após uma frustrada ida ao futebol francês, no qual não foi aprovado pela estatura baixa, hoje é símbolo de Corinthians, a clara representação resumida do que é ser e de como é o time corinthiano hoje. Limitado tecnicamente mas esforçado ao extremo, com erros esporádicos.
Dentro da partida Betão marcou, se esforçou e junto com seu companheiro de zaga Zelão, por mim, seria considerado o melhor em campo graças a sólida marcação que fez sobre Borges e Aloísio. Felipe talvez merecesse o prêmio, mas digamos que por uma honra ao mérito ofereceria-o a Betão pelos serviços prestados. Ele nunca havia vencido o São Paulo. Foi criticado por pedir a alguns jogadores do Tricolor "pegarem leve" e um jogo anterior. A torcida por vezes o execra, mas há tempos não via uma cena como aquela.
O cruzamento de Gustavo Nery na área foi bom. Fábio Fereira cabeceou sem nenhuma pretenção para o meio da área, e eu, obviamente, pensei que Ceni interceptaria o cruzamento, mas o goleiro não fez. Ao invés disso, saiu correndo atrás da bola. Betão apareceu sozinho no meio da área e cabeceou, para as redes, para o gol, para a quebra de um tabu que já durava 13 jogos e quatro anos.
A reação foi a mesma de todo jogador que se preza. Saiu correndo, bateu no peito, mas de repente, lágrimas escorreram de seu rosto. E ele diz, para qualquer um entender: "
Parei, depois dessa eu parei. Eu sou corinthiano, porra! Eu amo essa torcida! Me xinguem agora! Eu amo essa camisa porra!".
O Morumbi, mais tricolor do que alvinegro se transformou num coro só e por entre o silêncio do time da casa, o nome de Betão ecoou pelo estádio, e desta vez não com xingamentos ofensivos ou críticas, mas como uma saudação, da mesma forma que se idolatra um papa, um imperador ou um chefe de estado. Ele sabe que não representa tudo isso, mas se sentiu por alguns momentos como Neto, Casagrande, Sócrates, Rivellino, Wladimir, Basílio e muitos outros.
Eu, na frente da televisão me enrubedeci e não acreditei naquilo tudo. A prova de que o amor a camisa não acabou, mesmo que seja por obrigação. Betão provou as verdadeiras raízes de um futebol desalmado, mas vivo. Vivo pelos que ainda acreditam na renovação.
Ao fim do jogo a torcida são-paulina ainda ensaiou um "É campeão!" mas foi abafada pelas comemorações da outra metade do estádio que gritava, aplaudia e não conseguia parar de cantar. O Morumbi esvaziou-se apenas uma hora depois, e o protagonista do jogo não conseguiu falar por uns 5 minutos após o apito do árbitro. Marco Aurélio Cunha, um dos diretores do São Paulo, desceu ao gramado e cumprimentou Betão, dizendo que o jogador merecia tudo aquilo.
Quando conseguiu dizer algumas palavras, foram estas: "O São Paulo estava engasgado na minha garganta. Agora desceu..." estas palavras resumem muito bem o sentimento do torcedor corinthiano.
Felipe ainda declarou: "Isso é Corinthians. Isso é Corinthians! Sofrimento, raça e determinação, isso nunca vai faltar!" A exaltação era clara e essa vitória já ficou para a história.
No contexto do campeonato os pontos não representaram muito na tabela já que o Timão continua na zona de rebaixamento e o São Paulo continua líder com folgas. Na carreira e consciência de Betão já representa algo do qual ele nunca esquecerá: ele não será só mais um zagueiro na história do Corinthians. Será o que quebrou o tabu. Será o criticado e depois idolatrado. Será símbolo de Corinthians.
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sábado, 6 de outubro de 2007
A Estrela Cadente

"Há coisas que só acontecem com o Botafogo." Este é um bordão batido, porém adorado e constantemente relembrado por jornalistas/torcedores do porte de Armando Nogueira. A realidade é que não consegue-se entender o time da estrela solitária e cada vez menos parece reagir a queda de rendimento e a falta de confiança se instalou em General Severiano.
Os alvinegros cariocas eram líderes indiscutíveis do campeonato Brasileiro até o confronto contra o São Paulo ocorrido no Maracanã. Naquele jogo, em que o Botafogo até jogou bem, tudo deu errado. Rogério Ceni pegou tudo, a defesa são-paulina provou a sua solidez e, ainda por cima, Túlio foi expulso em lance infantil, evidenciando o nervosismo que começava a aflorar no time até então primeiro colocado na tabela.
A partida contra o tricolor em casa foi o começo do fim. Depois daquele jogo nada mais foi o mesmo, dentro e fora de campo. Dodô pego no doping, Zé Roberto afastado por problemas com o treinador Cuca, André Lima, a solução muito bem lapidada, vendido ao Hertha Berlim, a eliminação de forma desastrosa e até certo ponto ridícula da Copa Sul-Americana pelo River Plate e, em consequência disso, a demissão de Cuca, brigas com a torcida e diretor do clube dizendo que todos os jogadores do clube deveriam ser mandados embora pela falta de vergonha na cara.
Mário Sérgio chegou para ser solução imediata e levar a equipe a Libertadores. Parece que não conseguirá. Já são quatro derrotas seguidas e apenas uma vitória nos últimos nove jogos. O Botafogo conseguiu conquistar a insignificante soma de cinco pontos dos últimos vinte e sete disputados. Uma marca digna de rebaixamento, mas como a equipe tinha a chamada 'gordura', não precisará se preocupar com isso.
O único medo é a volta aos tempos difíceis, de segunda divisão, falta de títulos e impossibilidade de bons trabalhos e bons jogadores no seu plantel. A imagem que fica da temporada 2007 é a do time do quase. Chegou bem, ou quase bem, em todas as competições que disputou, mas não conseguiu vencer nenhuma. Em 1995 o Botafogo vencia o Brasileirão em jogos muito contestados contra o Santos. Em 2008 o Fogão precisará se reerguer após perceber que todo conto de fadas acaba e que há coisas que realmente só acontecem com o Botafogo.
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quarta-feira, 3 de outubro de 2007
Mais Escocês Impossível

O jogo foi do jeito que os anfitriões gostariam. Uma chuva torrencial e ininterrupta atingia o Celtic Park na partida desta noite de quarta-feira na Escócia e dois clubes sem muita inspiração se degladiavam na segunda rodada da fase de grupos da UCL.
Rústico, bruto, bravo. Um pouco violento. A realidade é que após um primeiro tempo sonolento as duas equipes voltaram para a parte final do jogo com um gás e disposição acima do normal. O Celtic marcou impecavelmente. O Milan atacava constantemente. A defesa dos Bhoys estava perfeita. Doumbe se contundiu e o Celtic abriu o placar aos 17' com McManus após cobrança de escanteio.
Os rossoneros começaram a buscar o empate e em um lance duvidoso, em um agarra-agarra dentro da área o juíz alemão Marcus Merk marcou a penalidade em cima de Ambrosini, muito bem batida por Kaká.
Pirlo assustou em cobranças de falta e Gourcuff provou que pode vir a ser um jogador muito útil, quem sabe um craque, em um futuro muito próximo. Os Verdes de Glasgow continuavam fechadíssimos e defendendo perfeitamente, com a unidade de um time. Todos corriam por todos.
Entradas duríssimas em Kaká botaram fogo no jogo e Gattuso, pra variar, se exaltou um pouco.
No fim, aos 45', depois de drible desconcertante de Nakamura, o pilar deste time, um pivô muito bem feito por Brown e a conclusão de Caldwell. Dida falhou muito, muito mal mesmo. Soltou a bola nos pés de McDonald que no fim de semana já havia feito três gols contra o Dundee. Ele concluiu para o gol vazio.
A explosão da torcida foi sentida em Dida que, supostamente agredido, após a invasão de campo de um torcedor, caiu no chão. A imparcialidade pode ser deixada de lado e aquilo muito mais pareceu uma simulação. O treinador do Celtic, Gordon Strachan, comentou sobre a força de seus torcedores e a importância que eles tiveram no jogo de hoje: "Nós tivémos um apoio impressionante esta noite. Isso nos faz sentir cada vez melhor e eu penso que nossos jovens jogadores estão apaixonados por esta atmosfera especial, portanto foi uma boa noite."
A conclusão de tudo é que o Milan não pode só depender de Kaká e o Celtic prova que, acima das individualidades, é necessário um time. Claro, se existirem individualidades, melhor.
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João Lucas Garcia
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